Imagem obtida algures na net … e que presumo verdadeiras ,
por ser de divulgação, corrente e não desmentida na
comunicação social. Ao seu criador muito obrigado pela liberdade
que me dá em divulgá-la e deixar que a divulguem gratuitamente…
Imagem obtida algures na net … e que presumo verdadeiras ,
por ser de divulgação, corrente e não desmentida na
comunicação social. Ao seu criador muito obrigado pela liberdade
que me dá em divulgá-la e deixar que a divulguem gratuitamente…
Quem que siga na sua condução nocturna à frente e na mesma fila de trânsito com alguns farois de veiculos todo o terreno e similares… , por certo ja verificou que os mesmo abusam por vezes dos máximos e da sua localização dos mesmos a uma altura superior àquela que é comum na generalidade dos veiculos ligeiros e até algums mistos e de mercadorias….Ainda não fomos verificar com fita métrica a fim de aprofundar se os mesmos se encontrão dispostos nos respectivos veiculos à altura regulamentar, mas o que sabemos é que são muito incómodos para quem os tem que “gramar” pelos espelhos rectrovisores…aqui vai um exemplo flagrado numa destas noites…. Tirem as vossas conclusões:
notem porém que o ângulo da foto não resulta num feixe de luz tão intenso como o que é reproduzido nos espelhos…mas não deixa de ser doloroso e cegante o seu brilho…
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AS INDEMNIZAÇÔES QUE TARDAM
In “Correio da Manhã” de 8 Maio 1996
As delegações das Associações dos Espoliados de MoçambiqueAEMO) e de Angola (AEANG), sempre atentos aos problemas dos portugueses que regressaram de África, solicitaram há pouco uma audiência ao Primeiro-Ministro.
Nesta reunião deram-lhe conhecimento dos inúmeros problemas que, apesar de passadas mais de duas décadas, continuam a atormentar os brancos e negros que, pela força das circunstâncias, tiveram de voltar à mãe-Pátria de mãos a abanar, como é do conhecimento geral, para salvarem as suas vidas.
E, naturalmente, a conversa debateu-se sobre a petição que está “enterrada” na Assembleia da República há já alguns anos, a solicitar a revogação do art.º 40 da Lei 80/77.
Com efeito, mau grado os esforços levados a cabo por aquelas duas Associações – nunca será demais afirmá-lo – os sucessivos Governos, que até hoje se instalaram no poder desde o 25 de Abril, estiveram-se nas “tintas”, falando bem e depressa, para que os espoliados/retornados pudessem reaver ou não os bens ali deixados, aliás, produto de muitos anos de trabalho, canseiras e sacrifícios de toda a ordem.
Quer dizer, o artigo 40 viola o art.º 62 da Constituição da República Portuguesa onde se pode ler que a expropriação de bens só pode ser feita mediante pagamento de justa indemnização o que, infelizmente, não foi o caso que se passou.
Todavia, se bem que haja uma semelhança entre os cidadãos portugueses vítimas das nacionalizações no ultramar e aqui em Portugal, constata-se que a chamada Lei das Indemnizações (Lei 80, de 26/10/1977) não os trata por igual, em virtude do disposto no art.º 40, na medida em que não contempla o direito dos portugueses espoliados de África à justa indemnização que lhes é devida.
Deste modo verifica-se, não só a inconstitucionalidade como a iniquidade do art.º 40, uma vez que já foram indemnizados ao abrigo da Lei 80/77, acima referida, os accionistas das Empresas com alicerces em Portugal e nacionalizadas pelos bens que tinham do Ultramar Português.
E, como é óbvio, não estamos contra esta tomada de posição mas, isso sim, com o invés do que sucede com os portugueses e portuguesas espoliados de África porquanto, esta situação de não consideração das suas justas indemnizações, contraria a orientação unívoca do nosso ordenamento jurídico, para além do que se processou, no que se refere às indemnizações, com as demais nações da Europa que sofreram o mesmo revés como, por exemplo, a Inglaterra, a França, a Bélgica e a Itália.
Neste contexto, o Estado descolonizado, ou seja, o Português tem a obrigação de indemnizar os espoliados de África, uma vez que a mudança do Poder Político, de que foi um dos intervenientes, foi a causa dos danos materiais verificados.
E isto porque os retornados/espoliados são e serão sempre portugueses, quer queiram, quer não, os políticos, vivendo sob a mesma bandeira e ao som do mesmo hino, motivo por que será de toda a justiça as indemnizações pelos bens e direitos de que foram espoliados em África onde muitos nasceram e labutaram em prol duma terra, então portuguesa, que deixou de o ser, para desgraça de todos, com o 25 de Abril, etc., etc. No entanto, parece-nos oportuno realçar, para aqueles que na altura eram crianças e hoje são já homens responsáveis, que nós não perdemos o Ultramar porque este teve a sua independência, mas não o deveríamos ter abandonado como o fizeram, deixando milhares de portugueses e portuguesas entregues à “bicharada” que mataram muitos com os maiores requintes de selvajaria e barbaridade, o que jamais podemos esquecer – refiro-me aos retornados/espoliados. E, mercê dessa situação, aqueles países ainda estão mergulhados num banho de sangue e lágrimas e tudo devido ao facto das suas independências se terem feito sobre o joelho e de ânimo leve para mal dos nossos pecados, como é do conhecimento geral. Enfim, para esquecer mas, como é natural, para os retornados/espoliados jamais será possível, depois de tanta desgraça por que a grande maioria passou, por terem perdido todos os seus bens e muitos continuarem ainda, passados tantos anos, a vegetarem neste País que é Portugal.
Por isso, o Governo actual, já que os anteriores nada fizeram neste sentido, deverá proceder à revogação do art.º 40 da Lei 80/77, por oportuno, que afronta os ex-residentes ultramarinos contra o será justo e de direito para que as indemnizações se processem, sem perda de tempo. Basta de tanto sofrer!
Artigo de Mário Silveira Costa
In “Correio da Manhã” de 8 Maio 1996
Publicada por MariaNJardim em 15:30
Etiquetas: espoliados do ultramar; retornados Angola; descolonização, indemnizações
Não se pode amarrar o bico do papagaio á espera que lele deixe de falar
aquelas verdades incómodas… ou até as obscenidades e impropérios…
O mais certo certo é morrer o pagagaio e todas as suas demais potencialidade
ou o papagaio se sublevar contra as suas amarras e donos…e pode obter sucesso
e voar para outras paragens… e juntar-se com outros rebeldes papagaios…
Os Povos Democráticos, sabem que não se pode calar a Voz do Povo…
E quando o Povo fala, clandestinamente ou abertamente…isos significa sempre alguma coisa…
A Internet é hoje um meio fundamental de expressão…
Antigamente as ditaduras controlavam a correspondência (cartas com selos)
de cada um, os telefonemas de cada um, as transmissões via rádio (macanudos)
e outros meios de comunicação… Hoje à velocidade a que funciona o
espaço cibernetico não é possivel controlar a Internet, a
menos que se desliguem todas as telecomunicações e se coloquem potentes filtros ,
chaves e condicionalismos ao seu acesso…
Pretender criminalizar a livre expressão no espaço cibernético ,com o objectivo de
evitar replicas do estilo “Revolução Jasmin” é uma fuga para a frente e um erro crasso…
Nenhum governo democrático ou não pode contentar integralmente toda a sua
“clientela partidária”…surgirão sempre descontentamentos…
A “Lei da Rolha” cibernética, e o melhor caminho para o “papagaio” se tornar num “rebelde”…
in “verdades incontinentes” por Mandachuva Pecus Malthus
FIZEMOS SEIS ANOS de Vida
demos origem a muitos outros blogs
continuamos a lutar
pela liberdade de expressão
somos:
Universalex
Mandachuva
Pecus Malthus
Renato Pereira
N´gola Gomes
e outros heterónimos
e pseudónimos
obrigado a todas os que nos clicam !!!!
e BOM ANO NOVO…
29 Dezembro 2004
MUITOGROSSO-POUCOFINO
Serve este Blogspot para falar em especial sobre aqueles que julgam que mandam em nós...e que nós só somos feitos para obedecer e encher-lhes o bandulho:
alguns exemplos:
1º Os Altos TAXOS das Nações.
2º Os Cheios de Dinheiro...
3º Os Cheios de Dividas..
4º Os BAIXOS Funcionários da Nação...
5 Os Outros F.P.
Apoiamos Manuela Alegre para Presidente da República Portuguesa e membro agregador da CPLP
Os Dez Mandamentos - Êxodo 20. 1 a 17
1 - Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
Não terás outros deuses diante de mim.
2 - Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.
3 - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.
4 - Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.
5 - Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
6 - Não matarás.
7 - Não adulterarás.
8 - Não furtarás.
9 - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
10 - Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
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Tabela comparativa
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dez_Mandamentos#O_texto_b.C3.ADblico
Como os Dez Mandamentos (ou Decálogo) é a síntese da Lei de Deus (e não só da Antiga Lei) e a base mínima e fundamental da moral católica, a Igreja Católica exige aos seus fiéis o cumprimento obrigatório destas regras.[1] Aliás, segundo as próprias palavras de Jesus, é necessário observá-los para "entrar na vida eterna" (Mt 19,16-21), além de ser necessário para o "o povo mostrar a sua pertença a Deus e responder com gratidão à sua iniciativa de amor".[2] Estes mandamentos, que "enuncia deveres fundamentais do homem para com Deus e para com o próximo",[1] dão a conhecer também a vontade divina e, ao todo, são dez:
Estes mandamentos podem ser resumidos em apenas dois, que são: "amar a Deus sobre todas as coisas"; e "amar ao próximo como a nós mesmos". A transgressão de um mandamento infrige todo o Decálogo, porque é um "conjunto orgânico e indissociável", e a pessoa que o infrigiu
Mais um livro sobre o Ultramar Português ….
A Questão Colonial versus Questão Colonialista
Luta anti Colonial ou anticolonialista ?
Que sugere o Prefácio do Nosso RUI TEIXEIRA
neste novo livro de JOSÉ DE MOURA CALHEIROS ?
A Ultima Missão – Editora Caminhos Romanos
Lançamento no dia 29 de Novembro 2010
na AMADORA – Grande Auditório do Aquartelamento
da ACADEMIA MILITAR – às 18 Horas
Quando se questiona a estrutura dos partidos politicos temo que os enquadrar (apud. Vital Moreira e outros) no plano da participação partidária e da estrutura interna do poder.
Na participação partidária há que estudar os ELEITORES, os MILITANTES ACTIVOS, os ADERENTES e os SIMPATIZANTES…
Analizando as taxas de cada um destes grupos se pode ver melhor a tipologia de partido que se nos depara analizar…
Assim a percentagem de militantes activos num partido pode nos ser revelador da estrutura de poder dentro do partido atravez da ~verificação da chamada LEI DE BRONZE DA OLIGARQUIA (Lassale)…
A percentagem de simpatizantes pode ser reveladora da impantação partidária na sociedade…não é á toa que os partidos procuram ter os seus simpatizantes nas chefias das associações de estudantes, trabalhadores, etc.etc…
A taxa eleitoral é fundamental para compreender a evolução do partido e é o feed back-base de toda aactividade partidária…
O nivel da aderência ( permanência de membros inscritos activos ou não) é revelador da consolidação partidária numa determinada região ou território…
OS ADERENTES são determinantes par a estrutura de poder dentro do partido…estes formam “oligarquias espontãneas” – “a sua massa deixa-se guiar passivamente por um pequeno nucleo de militantes que assistem ás reuniões e aos congressos, que participam nas eleições dos chefes, fornecem os quadros dirigentes” …ASSIM os militantes dirigem os aderentes, os aderentes dirigem os simpatizantes, eos simpatizantes dirigem os eleitores…
Assim os partidos par além da tendência oligárquica , tem também uma tendencia burocrático-administrativa
Haverá democracia na medida em que uns representem os outros, ou seja as orientações dadas na base sejam seguidas até ao topo…
Fonte: Notas de Estudo de Ciência Politica …H.Meireles e outros…
ARGIVAI não nasceu em 953 e muito menos em 24 de Março desse ano…
Quem o quer fazer crer aos outros engana-se e engana os mais distraidos..mas não nos engana a nós…que sabemos que isso é MENTIRA !!!
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13 de Março de 1966
Nascimento no Muangai (leste de Angola) da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). Cerca de 200 pessoas das quais, chefes tradicionais da Região participam no surgimento deste novo partido que elege como seu Presidente o Dr. Jonas Savimbi.
25 de Dezembro de 1966
As Forças Armadas da UNITA atacam a vila de Teixeira de Sousa. É o sinal do início da luta armada da UNITA em prol da Independência. Gamboa Chivala, que comanda o ataque naquele dia, tomba em combate, na zona do Lumai, em Julho de 1967.
22 de Julho de 1968
O Dr. Jonas Savimbi regressa para as matas depois de um ano de exílio no Cairo.
14 de Junho de 1974
A UNITA assina o cessar-fogo com os Portugueses em Cangombe, Moxico nas matas do leste de Angola.
24 de Setembro de 1974
A UNITA assina um tratado de cooperação com a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) em Kinshasa.
18 de Dezembro 1974
A UNITA assina um tratado de cooperação com o MPLA no Luso.
3 de Janeiro de 1975
A UNITA, a FNLA, e o MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola) reúnem-se em Mombassa no Quénia. Numa declaração comum prometem edificar a Nação Angolana em bases justas e democráticas.
10 a 15 de Janeiro de 1975
Portugal e os Movimentos de Libertação Angolanos assinam em Alvor, os acordos de independência. Um Governo de Transição é formado no qual a UNITA é representada por 3 Ministros e 3 Secretários de Estado.
16 de Junho de 1975
A UNITA organiza a cimeira de Nakuro no Quénia entre os 3 Movimentos de Libertação. Em Luanda a situação deteriora-se. Jovens pertencentes à UNITA são massacrados pelo MPLA.
Setembro de 1975
Apesar da política de apartheid com a qual a UNITA nunca esteve de acordo, os sul africanos intervêm ao seu lado em Setembro de 1975 a conselho de certos presidentes africanos, principalmente Kenneth Kaunda, porque os cubanos estavam a lutar ao lado do MPLA desde Janeiro de 1975.
8 de Fevereiro de 1976
A Direcção da UNITA, reunida na cidade do Bié decide abandonar as cidades. É o início da "longa marcha" de 2.000 quilómetros de Gago Coutinho ao Kueley (Província do Kuando Kubango) durante 7 meses.
1979
Fundação da Jamba. Criada a partir do nada em plena mata no extremo sul do País, a Jamba torna-se a capital política, diplomática, administrativa e militar da UNITA.
1980
Durante o período da guerra fria, a URSS e os países satélites proporcionam ao MPLA ajuda militar e logística substancial assim como um apoio político, diplomático e técnico.
Dezembro 1981
A UNITA é reconhecida pelo governo americano como "uma força política legítima que é necessário ter em conta".
13 de Julho de 1983
Parlamentares europeus visitam os territórios controlados pela UNITA e entabulam conversações com o Dr. Jonas Savimbi na Jamba.
1986
A UNITA começa a receber ajuda multiforme dos Estados Unidos.
22 de Junho de 1989
As negociações entre o MPLA e a UNITA, inexistentes desde 1975, retomam no Zaire em Gbadolite apadrinhadas pelo Presidente Mobuto.
7 de Maio de 1990
Depois de uma batalha renhida entre Cuito Cuanavale e Mavinga, a UNITA põe fim à última grande ofensiva militar das forças governamentais. A batalha durou 137 dias. O MPLA tinha engajado 20.000 homens e 400 blindados para tomar Mavinga e a Jamba dois pontos estratégicos da UNITA.
31 de Maio de 1991
A UNITA e o MPLA assinam em Lisboa os acordos de Bicesse na presença do Secretário Geral das Nações Unidas Javier Peres de Cuellar, do Presidente da Organização de Unidade Africana, Joweri Museveni, do Secretário de Estado americano, James Baker, e do Ministro Russo dos Negócios Estrangeiros, Eduard Chevarnadze. O Presidente português Mário Soares preside as cerimónias.
27 de Setembro de 1991
O Dr. Jonas Savimbi e o Estado Maior Geral da UNITA regressam à Luanda depois de 16 anos de ausência.
29 e 30 de Setembro de 1992
Primeiras eleições em Angola sob supervisão das Nações Unidas. Vários observadores estrangeiros contestam a validade de certas operações eleitorais. Alguns dias depois é o anúncio oficial dos resultados, apesar da irregularidade das eleições, o Dr. Jonas Savimbi reconhece o resultado das urnas.
31 de Outubro a 2 de Novembro de 1992
No dia 31 de Outubro às 14 horas, as forças Governamentais especiais massacram sistematicamente em Luanda tudo o que de longe ou de perto evoca a UNITA. O Vice-Presidente do Partido, Jeremias Chitunda, o Secretário Geral, Adolosi Mango Alicerces, o Representante da UNITA na Comissão Conjunta Político Militar, Elias Salupeto Pena são executados. Segundo certas estimativas, mais de 12.000 pessoas teriam sido massacradas durante estes dias sangrentos. Dezenas de Deputados recentemente eleitos são igualmente levados para a cadeia e muitos deles durante vários meses. O Dr. Jonas Savimbi conseguiu deixar clandestinamente a cidade na véspera dos massacres.
20 de Novembro de 1994
Assinatura do Protocolo de Lusaka, entre o Governo e a UNITA.
De 7 a 11 de Fevereiro de 1995
Realização do VIII Congresso Ordinário do Partido no Bailundo.
6 de Maio de 1995
Cimeira de Lusaka entre o Presidente da República José Eduardo dos Santos e o Presidente da UNITA Dr. Jonas Savimbi.
15 de Julho de 1995
O Secretário Geral das Nações Unidas, Boutros Ghali vai ao Bailundo para avaliar a aplicação do Protocolo de Lusaka.
16 de Setembro de 1995
A UNITA participa na conferência dos Doadores Internacionais sobre Angola em Bruxelas.
Janeiro de 1996
XV Conferência anual do Partido que decide sobre o aquartelamento das FALA.
20 de Agosto de 1996
Por ocasião do Congresso Extraordinário, a UNITA recusa que o Dr. Jonas Savimbi aceite o cargo de Vice-Presidente proposto pelo poder angolano
O meu blog tem o valor de $10000.00.
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