EDITORIAL

SOMOS MUITOS...
Uns como civis,
outros militares,
de todos os continentes
e cores, feitios,e ideologia
, de um lado ,de ambos, ou
do outro lado da barricada,
ou de nenhum dos lados...
Este é o espaço de todos os que
em algum tempo da sua vida comungaram passageiramente, ou enraizadamente do solo e cultura do ex-ultramar lusitano...
do brasil a timor, de macau à india...
Na crisa do sol e da chuva,
da lua e da brisa do mar,
comungamos todos esse olhar sem fim
de esperança na Humanidade...
DESERDADOS DA FORTUNA...
Refractários talvez...
DESERTORES? NUNCA !!!

digite uma palavra

toque

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Como eu vejo ÁFRICA

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        Há cerca de 50 anos África era para o europeu comum,o continente do canibalismo, dos homens( a quem se resolveu chamar pretos e que de pretos só o cabelo o é às vezes, por contraposição aos outros homens a quem se chama branco e que de branco t~em os dentes e ás vezes o cabelo) que furavam o nariz e colocavam ossos a adornarem tal como na Europa furavam as orelhas das crianças para adornar com brincos.

       Hoje África continua a ser o continente misterioso. Fala-se mais de África na Europa que no próprio continente…São as constantes lutas pelo poder em jovens nações africanas.É o golpe de estado que depôs um partido único e colocou lá outro ditador de outro partido único, é a internacionalização dos conflitos tribais ou raciais e até religiosos, a fome, a seca… É em suma o tentacular hegemonismo inglês em África – o crescente imperialismo americano –norte, centro e sul americano- , o imperialismo económico-estratégico-ideológico do que restou da União Soviética ,o “despertar” da China em África, as tentativas imperialista francesas, o Neo-Colonialismo e as novas nações de  expressão portuguesa…

        E o europeu fala de África, sem nunca lá ter nascido, sem nunca ter sentido a sede do deserto, o calor dos trópicos,sem nunca ter gozado o prazer duma chuvada morna a deslizar pelo corpo quente no meio das cinzas duma”queimada”…E o prazer de roer uma mandioca leitosa, ou saborear um caju vermelho, correndo descalço pelo capim atrás de um “bico-de-lacre” …E o europeu comum fala de África sem conhecer as suas gentes, os seus costumes, os seus valores…embalado no cantar do rouxinol informativo dos massmédia, que muitas vezes nem são rouxinóis, nem informativos…

       África significa e sempre significou para mim, que lá nasci e lá vivi, liberdade,amor, dedicação,paz e fraternidade.Sei que a África de hoje é conotada com o ódio, racial, tribal, religioso, mas tudo isso foi importado, quer do burguesismo decadente euro-americano (norte-centro e sul) ,quer do pseudo socialismo democrático e também decadente.

      África encontra-se-á na Africanização, na “Negritude”. Tal não significa o domínio ou hegemonia racial, pois África é  hoje, e sempre foi, um Continente “multirracial” por excelência.

    A Grande Dificuldade que não permite África significar África, encontra-se no facto da debilidade económica, motivada pela precipitação dos movimentos independentistas, pelo abandono e falta de cooperação dos antigos países colonizadores,pelo boicote e pressão das multinacionais, e do imperialismo internacional. Mercê da falta de quadros e insuficiência tecnológica,os novos países não se libertam dos jugos do imperialismo e do neo-colonialismo… Este estado de coisa faz surgir uma nova burguesia africana –normalmente negra ou crioula – acentuando ainda mais as lutas de classes,e a exploração, dividindo de morte os africanos mais pobres, enquanto os senhores das multinacionais e companhia se banqueteiam, sugando, sugando… Por vezes O ESTADO ou a Justiça desses novos países e até as organizações não governamentais, tentam pôr cobro a situação, com julgamentos, prisões, e até alguns usam a pena de morte com execuções exemplares por corrupções, mas cada dia a “burguesia africana” se torna mais poderosa e  O GOVERNO receia tomar medidas impopulares mas necessárias em virtude das fragilidades dos partidos únicos que  tomaram o poder e da sempre crescente popularidade do partido opositor  que até possui poder bélico e apoios internacionais,ou se encontra já no “maquis” ou no pais vizinho… A par destes subsistem ainda os derivados da chamada “herança colonial”: a continentalidade ,ou macro territorialidade impossíveis de controlar efetivamente, a falta de contacto com o mar, a inexistência de vias de comunicação, os problemas tribais e raciais, os conflitos de fronteiras, etc.

Não basta clamar solidariedade, é necessário compreender-se a sério e a fundo…Não basta clamar injustiça, é necessário saber quem, como, porquê, quando,onde e as suas consequências…

Deixai os africanos identificarem-se com eles próprios,com a sua cultura, com a sua personalidade colectiva , e fundamentalmente que encontrem a sua VOCAÇÃO UNIVERSAL, e toda a Humanidade lucrará com isso.

(texto atualizado de um rascunho de há 20 anos )

Póvoa de Varzim, 1 de Abril de 2015

Renato Gomes Pereira

Como eu vejo ÁFRICA

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        Há cerca de 50 anos África era para o europeu comum,o continente do canibalismo, dos homens( a quem se resolveu chamar pretos e que de pretos só o cabelo o é às vezes, por contraposição aos outros homens a quem se chama branco e que de branco t~em os dentes e ás vezes o cabelo) que furavam o nariz e colocavam ossos a adornarem tal como na Europa furavam as orelhas das crianças para adornar com brincos.

       Hoje África continua a ser o continente misterioso. Fala-se mais de África na Europa que no próprio continente…São as constantes lutas pelo poder em jovens nações africanas.É o golpe de estado que depôs um partido único e colocou lá outro ditador de outro partido único, é a internacionalização dos conflitos tribais ou raciais e até religiosos, a fome, a seca… É em suma o tentacular hegemonismo inglês em África – o crescente imperialismo americano –norte, centro e sul americano- , o imperialismo económico-estratégico-ideológico do que restou da União Soviética ,o “despertar” da China em África, as tentativas imperialista francesas, o Neo-Colonialismo e as novas nações de  expressão portuguesa…

        E o europeu fala de África, sem nunca lá ter nascido, sem nunca ter sentido a sede do deserto, o calor dos trópicos,sem nunca ter gozado o prazer duma chuvada morna a deslizar pelo corpo quente no meio das cinzas duma”queimada”…E o prazer de roer uma mandioca leitosa, ou saborear um caju vermelho, correndo descalço pelo capim atrás de um “bico-de-lacre” …E o europeu comum fala de África sem conhecer as suas gentes, os seus costumes, os seus valores…embalado no cantar do rouxinol informativo dos massmédia, que muitas vezes nem são rouxinóis, nem informativos…

       África significa e sempre significou para mim, que lá nasci e lá vivi, liberdade,amor, dedicação,paz e fraternidade.Sei que a África de hoje é conotada com o ódio, racial, tribal, religioso, mas tudo isso foi importado, quer do burguesismo decadente euro-americano (norte-centro e sul) ,quer do pseudo socialismo democrático e também decadente.

      África encontra-se-á na Africanização, na “Negritude”. Tal não significa o domínio ou hegemonia racial, pois África é  hoje, e sempre foi, um Continente “multirracial” por excelência.

    A Grande Dificuldade que não permite África significar África, encontra-se no facto da debilidade económica, motivada pela precipitação dos movimentos independentistas, pelo abandono e falta de cooperação dos antigos países colonizadores,pelo boicote e pressão das multinacionais, e do imperialismo internacional. Mercê da falta de quadros e insuficiência tecnológica,os novos países não se libertam dos jugos do imperialismo e do neo-colonialismo… Este estado de coisa faz surgir uma nova burguesia africana –normalmente negra ou crioula – acentuando ainda mais as lutas de classes,e a exploração, dividindo de morte os africanos mais pobres, enquanto os senhores das multinacionais e companhia se banqueteiam, sugando, sugando… Por vezes O ESTADO ou a Justiça desses novos países e até as organizações não governamentais, tentam pôr cobro a situação, com julgamentos, prisões, e até alguns usam a pena de morte com execuções exemplares por corrupções, mas cada dia a “burguesia africana” se torna mais poderosa e  O GOVERNO receia tomar medidas impopulares mas necessárias em virtude das fragilidades dos partidos únicos que  tomaram o poder e da sempre crescente popularidade do partido opositor  que até possui poder bélico e apoios internacionais,ou se encontra já no “maquis” ou no pais vizinho… A par destes subsistem ainda os derivados da chamada “herança colonial”: a continentalidade ,ou macro territorialidade impossíveis de controlar efetivamente, a falta de contacto com o mar, a inexistência de vias de comunicação, os problemas tribais e raciais, os conflitos de fronteiras, etc.

Não basta clamar solidariedade, é necessário compreender-se a sério e a fundo…Não basta clamar injustiça, é necessário saber quem, como, porquê, quando,onde e as suas consequências…

Deixai os africanos identificarem-se com eles próprios,com a sua cultura, com a sua personalidade colectiva , e fundamentalmente que encontrem a sua VOCAÇÃO UNIVERSAL, e toda a Humanidade lucrará com isso.

(texto atualizado de um rascunho de há 20 anos )

Póvoa de Varzim, 1 de Abril de 2015

Renato Gomes Pereira

sábado, 28 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A POLITICA

politica

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POLITICOS DE MENTIRA provocam DESGRAÇAS  VERDADEIRAS…

quinta-feira, 19 de junho de 2014

ARGIVAI-ONLINE: PARABÉNS À MONARQUIA ESPANHOLA

ARGIVAI-ONLINE: PARABÉNS À MONARQUIA ESPANHOLA:    Saudamos aqui a abdicação do Rei Juan Carlos e a coroação do REI FELIPE De BORBON como Filipe IV de Espanha… Desejamos que tenha um rei...

Recados àqueles que querem subir na vida à custa dos outros...Ninguém é parvo todos sabem quando lhe pisam os calos! Uns berram, outros, N?o...,por isso: Aqui manda o Pecus!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

PSICO-LARANJA-LIMAO

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Quem deve nao paga…

Paga quem nao deve

sábado, 19 de abril de 2014

PÁSCOA- PERDÃO- RECONCILIAÇÃO

    A Páscoa é época de Perdão e de Reconciliação...Claro que Perdão implica uma Confissão ,ou admissão do mal feito ao Próximo, com uma tentativa de Redenção ou Compensação pelo Mal feito... Devolver ao outro aquilo que indevidamente se apropriou, tentar minorar no outro o sofrimento que lhe foi infligido, etc... Claro que estamos a falar do MUNDO DOS HOMENS...E se queremos dar aos outros devemos dar do que é nosso e não do que é dos outros... è muito fácil Brincar à Caridadezinha, fazer de conta que se ajuda os Pobrezinhos, quando se retira aos pobrezinhos o emprego , a casa, o trabalho e muitas vezes até o seu salário....

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

À MORTE DE LUANA

sete

 

À MORTE DE LUANA

 

Só ?

Eu não estou só !

Caminha a Certeza comigo!

O rumo certo conheço-o

A Liberdade sei onde encontrar…

A Paz e o Amor ?

Um dia, numa madrugada quente…

…quando estiver debaixo de uma marmórea laje…

Eu não estou só, meu amor…

O músculo propulsor bate em meu peito,

pulsando ritmadamente…

…e o meu sangue é quente.

A Lua para mim nada é que um planeta rochoso

onde sei que não habita Cupido.

A Tua morte , amor, naquele dia…

De que lado estás quando me deito ?

Que lugar ocupas que não te apalpo?

O teu silêncio:flor, eu não te sinto…!!!

Só?!

Sim eu estou só…

Até à madrugada quente,numa marmórea laje…

E eu sou Livre!

Voo até à Eternidade e regresso…

Que eu não sei se existo,

ou se estou só!

A Eternidade é nada,

tudo,

ou tudo e nada ???

Naquele dia, na tua morte,

eu não chorei,

que tu não morreste…

E eu,

Não estou só ! Sei que

não morremos…

 

                          Coimbra,17 de Setembro de 1980

                               Renato Gomes Pereira

 

 

quinta-feira, 27 de março de 2014

quinta-feira, 13 de março de 2014

REPÚBLICA

 

   
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quarta-feira, 5 de março de 2014

clarificando o vírus económico…

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O MOSQUITO

Ninguém duvida da necessidade do Mosquito

no equilíbrio ecológico…

Porém há quem entenda ser o mesmo pernicioso

para a economia…

Sendo portador  em potencia de vírus

o mosquito pode redundar em quebra de produtividade

e aumento de faturação…

faturar não é receber ou liquidar…

Ser Credor não é sinal de rendimento assegurado…

O Devedor pode não efetuar o Pagamento…

Faturar sem Receber é o mesmo que

Patinar na lama sem sair do sitio…

Os mosquitos desenvolvem.se em

“águas paradas”…

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

tradições, costumes, praxes e bancos…

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USOS E COSTUMES

CHEQUES CARECAS

nau003  CALOTES E CALOTEIROSsemdest003 ALDRABICES e ALDRABÕES

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

AUTOCONSTRUÇÃO– Art .º 65 - Dto à Habitação

Autoconstrução - Art.º 65º -DIREITO À HABITAÇÃO

A Autoconstrução é um direito, liberdade e garantia que assenta nos primórdios do Ser Humano… O homem Pré-histórico, procurou refúgio, abrigo dos animais e intempéries…Tão depressa se acomodou nas cavernas como começou ele próprio a construir os seus refúgios e abrigos… E assim foi auto construindo a sua casa e a dos seus ao longo de toda a História e mesmo já na Pré-História…Ninguém lhe deu licença inicial ou fabricou projeto e condicionantes urbanísticas e outras… assim nasceram cidades, culturas, civilizações e muito mais … Hoje em dia , surgem Favelas, Musseques, Bairros de Lata e outras Urbanizações ditas de “génese ilegal”, porque uma série de outros interesses económicos e políticos. Se sobrepões ao elementar direito à habitação… Basta olhar as modificações que sofreu o Artº 65º da Constituição desde a Constituição Original de 1976 até à sétima revisão da constituição ocorrida em 2004

No inicio, a Constituição de 2 Abril de 1976 , dizia no seu nº 2 b) do artº 65: “ Para assegurar o direito à habitação, Incumbe ao Estado: - …//…” fomentar a autoconstrução e a criação de cooperativas de habitação…

Paradoxalmente, ou talvez não, já na Primeira Revisão-1982 , salvo erro ao tempo da AD , aquela alínea mantem-se inalterada…e o “ FOMENTO DA AUTOCONSTRUÇÃO “ mantem-se até à revisão de 1989Sendo ai estripada a sangrar da Constituição da República Portuguesa…

Se não nos falha a memória é por essa altura que floresce o conceito de HABITAÇÃO SOCIAL…É por essa altura que os emigrantes das Franças e Alemanhas já mandaram edificar as suas sonhadas casas Tipo Maison ou Chalé Suisso…E a Construção Civil necessita de um novo impulso para contrariar as falências das tão famosas “Sociedades de Construções”.. E é por essa altura que particulares e autarquias empenham as suas fazendas e salários a entidades bancárias para terem direito a uma casa própria…

No entretanto há um sector cooperativo habitacional que floresce aqui e acolá mas declina e soçobra mais além…Politicamente o regime no poder social democrata não olha com bons olhos o sector da habitação enquanto cooperativo, pois este contende e concorre com outro interesse económico das empresas de obras publicas e particulares…Cooperativas sim mas no ensino privado e universitário…cooperativas sim mas no sector agrícola, financeiro e lacticínios…De repente , os particulares estão insolventes, não conseguem pagar o empréstimo habitacional, nem os agricultores conseguem medrar e são obrigados a entregar os solos aráveis aos bancos, nem os estudantes universitários conseguem usar e valorar os cursos que tiraram nessas cooperativas de ensino…etc.…etc.…

E tudo isto porquê ? Porque se retirou a cada um e a cada qual o sonho base de cada ser humano…O Direito de poder fazer e ter uma “palhota” só sua e edificada a seu “gosto”… O tal DIREITO À AUTOCONTRUÇÃO… o direito a construir bem, barato, bom e com gosto pessoal, sem tempo limite, como é necessário em qualquer obra de arte que nasce do génio e da vontade de cada um…

Renato Gomes Pereira – Janeiro de 2014

sábado, 18 de janeiro de 2014

DESATINO

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“Desatino” (I)

poema XC 21.07.1981 Renato Pereira

Pelo Túnel da Desgraça caminho há longas noites

negras…

Vou alienado seguindo o quê?

A Fama ?

A Lua ?

O Sonho?

A Morte ?

Que fazer neste emaranhado confuso

de confusões

negras,

invisíveis,

entorpecentes ?

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DESATINO

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“Desatino”

poema XC 21.07.1981 Renato Pereira

Pelo Túnel da Desgraça caminho há longas noites

negras…

Vou alienado seguindo o quê?

A Fama ?

A Lua ?

O Sonho?

A Morte ?

Que fazer neste emaranhado confuso

de confusões

negras,

invisíveis,

entorpecentes ?

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

FÉ, ESPERANÇA e CARIDADE …

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FÉ , ESPERANÇA E CARIDADE

A Fé ---Ter fé é a primeira obrigação do Crente…

Quem “desconhece” não pode ter fé….

Quem “tem dúvida” não acredita…

O “incrédulo” despreza a Fé, ou recusa acreditar…

O “herege” renega a Fé depois de a ter aceitado…

 

A Esperança--- Amar e agir de acordo com os Mandamentos.

O “desesperado” deixa de confiar…

O “presunçoso” acha que não precisa de Deus, ou que

Deus lhe satisfaz todas as suas vontades e satisfações…

 

A Caridade --- Amar a Deus… (ama ao Próximo…)

O “indiferente” descuida ou recusa o cuidado com o “Próximo”;

O “ingrato” não aceita, porque não quer ou não pensa, o Amor de Deus…

O “hesitante” negligência o seu “amor a Deus e ao Próximo”…

O “preguiçoso” descai até recusar a alegria da salvação

que Deus lhe proporciona…

O “orgulhoso” odeia Deus…não quer o seu Amor…

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