RETORNADOS DE AFRICA
EDITORIAL
Uns como civis,
outros militares,
de todos os continentes
e cores, feitios,e ideologia
, de um lado ,de ambos, ou
do outro lado da barricada,
ou de nenhum dos lados...
Este é o espaço de todos os que
em algum tempo da sua vida comungaram passageiramente, ou enraizadamente do solo e cultura do ex-ultramar lusitano...
do brasil a timor, de macau à india...
Na crisa do sol e da chuva,
da lua e da brisa do mar,
comungamos todos esse olhar sem fim
de esperança na Humanidade...
DESERDADOS DA FORTUNA...
Refractários talvez...
DESERTORES? NUNCA !!!
digite uma palavra
toque
rádio pinóquio
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
M U I T O G R O S S O: 01-12-2004
FIZEMOS SEIS ANOS de Vida
demos origem a muitos outros blogs
continuamos a lutar
pela liberdade de expressão
somos:
Universalex
Mandachuva
Pecus Malthus
Renato Pereira
N´gola Gomes
e outros heterónimos
e pseudónimos
obrigado a todas os que nos clicam !!!!
e BOM ANO NOVO…
29 Dezembro 2004
MUITOGROSSO-POUCOFINO
Serve este Blogspot para falar em especial sobre aqueles que julgam que mandam em nós...e que nós só somos feitos para obedecer e encher-lhes o bandulho:
alguns exemplos:
1º Os Altos TAXOS das Nações.
2º Os Cheios de Dinheiro...
3º Os Cheios de Dividas..
4º Os BAIXOS Funcionários da Nação...
5 Os Outros F.P.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Manuel Alegre–Candidato Presidencial
Apoiamos Manuela Alegre para Presidente da República Portuguesa e membro agregador da CPLP
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Os Dez Mandamentos
Os Dez Mandamentos - Êxodo 20. 1 a 17
1 - Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
Não terás outros deuses diante de mim.
2 - Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.
3 - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.
4 - Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.
5 - Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
6 - Não matarás.
7 - Não adulterarás.
8 - Não furtarás.
9 - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
10 - Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
…………………………………….
Tabela comparativa
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dez_Mandamentos#O_texto_b.C3.ADblico
Catolicismo
Como os Dez Mandamentos (ou Decálogo) é a síntese da Lei de Deus (e não só da Antiga Lei) e a base mínima e fundamental da moral católica, a Igreja Católica exige aos seus fiéis o cumprimento obrigatório destas regras.[1] Aliás, segundo as próprias palavras de Jesus, é necessário observá-los para "entrar na vida eterna" (Mt 19,16-21), além de ser necessário para o "o povo mostrar a sua pertença a Deus e responder com gratidão à sua iniciativa de amor".[2] Estes mandamentos, que "enuncia deveres fundamentais do homem para com Deus e para com o próximo",[1] dão a conhecer também a vontade divina e, ao todo, são dez:
- 1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.
- 2º - Não usar o nome de Deus em vão.
- 3º - Guardar domingos e festas de guarda.
- 4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
- 5º - Não matarás.
- 6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
- 7º - Não roube. (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
- 8º - Não levantar falsos testemunhos.
- 9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
- 10º- Não cobiçar as coisas do outro.
Estes mandamentos podem ser resumidos em apenas dois, que são: "amar a Deus sobre todas as coisas"; e "amar ao próximo como a nós mesmos". A transgressão de um mandamento infrige todo o Decálogo, porque é um "conjunto orgânico e indissociável", e a pessoa que o infrigiu
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A ÚLTIMA MISSÃO
Mais um livro sobre o Ultramar Português ….
A Questão Colonial versus Questão Colonialista
Luta anti Colonial ou anticolonialista ?
Que sugere o Prefácio do Nosso RUI TEIXEIRA
neste novo livro de JOSÉ DE MOURA CALHEIROS ?
A Ultima Missão – Editora Caminhos Romanos
Lançamento no dia 29 de Novembro 2010
na AMADORA – Grande Auditório do Aquartelamento
da ACADEMIA MILITAR – às 18 Horas
sábado, 18 de setembro de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
PARTIDOS POLITICOS e Ciência PolÍtica
Quando se questiona a estrutura dos partidos politicos temo que os enquadrar (apud. Vital Moreira e outros) no plano da participação partidária e da estrutura interna do poder.
Na participação partidária há que estudar os ELEITORES, os MILITANTES ACTIVOS, os ADERENTES e os SIMPATIZANTES…
Analizando as taxas de cada um destes grupos se pode ver melhor a tipologia de partido que se nos depara analizar…
Assim a percentagem de militantes activos num partido pode nos ser revelador da estrutura de poder dentro do partido atravez da ~verificação da chamada LEI DE BRONZE DA OLIGARQUIA (Lassale)…
A percentagem de simpatizantes pode ser reveladora da impantação partidária na sociedade…não é á toa que os partidos procuram ter os seus simpatizantes nas chefias das associações de estudantes, trabalhadores, etc.etc…
A taxa eleitoral é fundamental para compreender a evolução do partido e é o feed back-base de toda aactividade partidária…
O nivel da aderência ( permanência de membros inscritos activos ou não) é revelador da consolidação partidária numa determinada região ou território…
OS ADERENTES são determinantes par a estrutura de poder dentro do partido…estes formam “oligarquias espontãneas” – “a sua massa deixa-se guiar passivamente por um pequeno nucleo de militantes que assistem ás reuniões e aos congressos, que participam nas eleições dos chefes, fornecem os quadros dirigentes” …ASSIM os militantes dirigem os aderentes, os aderentes dirigem os simpatizantes, eos simpatizantes dirigem os eleitores…
Assim os partidos par além da tendência oligárquica , tem também uma tendencia burocrático-administrativa
Haverá democracia na medida em que uns representem os outros, ou seja as orientações dadas na base sejam seguidas até ao topo…
Fonte: Notas de Estudo de Ciência Politica …H.Meireles e outros…
domingo, 28 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
É FALSO… Argivai ter nascido em 953…!!!
ARGIVAI não nasceu em 953 e muito menos em 24 de Março desse ano…
Quem o quer fazer crer aos outros engana-se e engana os mais distraidos..mas não nos engana a nós…que sabemos que isso é MENTIRA !!!
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Unita – factos relevantes…
ACONTECIMENTOS RELEVANTES
DA VIDA DA UNITA
13 de Março de 1966
Nascimento no Muangai (leste de Angola) da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). Cerca de 200 pessoas das quais, chefes tradicionais da Região participam no surgimento deste novo partido que elege como seu Presidente o Dr. Jonas Savimbi.
25 de Dezembro de 1966
As Forças Armadas da UNITA atacam a vila de Teixeira de Sousa. É o sinal do início da luta armada da UNITA em prol da Independência. Gamboa Chivala, que comanda o ataque naquele dia, tomba em combate, na zona do Lumai, em Julho de 1967.
22 de Julho de 1968
O Dr. Jonas Savimbi regressa para as matas depois de um ano de exílio no Cairo.
14 de Junho de 1974
A UNITA assina o cessar-fogo com os Portugueses em Cangombe, Moxico nas matas do leste de Angola.
24 de Setembro de 1974
A UNITA assina um tratado de cooperação com a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) em Kinshasa.
18 de Dezembro 1974
A UNITA assina um tratado de cooperação com o MPLA no Luso.
3 de Janeiro de 1975
A UNITA, a FNLA, e o MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola) reúnem-se em Mombassa no Quénia. Numa declaração comum prometem edificar a Nação Angolana em bases justas e democráticas.
10 a 15 de Janeiro de 1975
Portugal e os Movimentos de Libertação Angolanos assinam em Alvor, os acordos de independência. Um Governo de Transição é formado no qual a UNITA é representada por 3 Ministros e 3 Secretários de Estado.
16 de Junho de 1975
A UNITA organiza a cimeira de Nakuro no Quénia entre os 3 Movimentos de Libertação. Em Luanda a situação deteriora-se. Jovens pertencentes à UNITA são massacrados pelo MPLA.
Setembro de 1975
Apesar da política de apartheid com a qual a UNITA nunca esteve de acordo, os sul africanos intervêm ao seu lado em Setembro de 1975 a conselho de certos presidentes africanos, principalmente Kenneth Kaunda, porque os cubanos estavam a lutar ao lado do MPLA desde Janeiro de 1975.
8 de Fevereiro de 1976
A Direcção da UNITA, reunida na cidade do Bié decide abandonar as cidades. É o início da "longa marcha" de 2.000 quilómetros de Gago Coutinho ao Kueley (Província do Kuando Kubango) durante 7 meses.
1979
Fundação da Jamba. Criada a partir do nada em plena mata no extremo sul do País, a Jamba torna-se a capital política, diplomática, administrativa e militar da UNITA.
1980
Durante o período da guerra fria, a URSS e os países satélites proporcionam ao MPLA ajuda militar e logística substancial assim como um apoio político, diplomático e técnico.
Dezembro 1981
A UNITA é reconhecida pelo governo americano como "uma força política legítima que é necessário ter em conta".
13 de Julho de 1983
Parlamentares europeus visitam os territórios controlados pela UNITA e entabulam conversações com o Dr. Jonas Savimbi na Jamba.
1986
A UNITA começa a receber ajuda multiforme dos Estados Unidos.
22 de Junho de 1989
As negociações entre o MPLA e a UNITA, inexistentes desde 1975, retomam no Zaire em Gbadolite apadrinhadas pelo Presidente Mobuto.
7 de Maio de 1990
Depois de uma batalha renhida entre Cuito Cuanavale e Mavinga, a UNITA põe fim à última grande ofensiva militar das forças governamentais. A batalha durou 137 dias. O MPLA tinha engajado 20.000 homens e 400 blindados para tomar Mavinga e a Jamba dois pontos estratégicos da UNITA.
31 de Maio de 1991
A UNITA e o MPLA assinam em Lisboa os acordos de Bicesse na presença do Secretário Geral das Nações Unidas Javier Peres de Cuellar, do Presidente da Organização de Unidade Africana, Joweri Museveni, do Secretário de Estado americano, James Baker, e do Ministro Russo dos Negócios Estrangeiros, Eduard Chevarnadze. O Presidente português Mário Soares preside as cerimónias.
27 de Setembro de 1991
O Dr. Jonas Savimbi e o Estado Maior Geral da UNITA regressam à Luanda depois de 16 anos de ausência.
29 e 30 de Setembro de 1992
Primeiras eleições em Angola sob supervisão das Nações Unidas. Vários observadores estrangeiros contestam a validade de certas operações eleitorais. Alguns dias depois é o anúncio oficial dos resultados, apesar da irregularidade das eleições, o Dr. Jonas Savimbi reconhece o resultado das urnas.
31 de Outubro a 2 de Novembro de 1992
No dia 31 de Outubro às 14 horas, as forças Governamentais especiais massacram sistematicamente em Luanda tudo o que de longe ou de perto evoca a UNITA. O Vice-Presidente do Partido, Jeremias Chitunda, o Secretário Geral, Adolosi Mango Alicerces, o Representante da UNITA na Comissão Conjunta Político Militar, Elias Salupeto Pena são executados. Segundo certas estimativas, mais de 12.000 pessoas teriam sido massacradas durante estes dias sangrentos. Dezenas de Deputados recentemente eleitos são igualmente levados para a cadeia e muitos deles durante vários meses. O Dr. Jonas Savimbi conseguiu deixar clandestinamente a cidade na véspera dos massacres.
20 de Novembro de 1994
Assinatura do Protocolo de Lusaka, entre o Governo e a UNITA.
De 7 a 11 de Fevereiro de 1995
Realização do VIII Congresso Ordinário do Partido no Bailundo.
6 de Maio de 1995
Cimeira de Lusaka entre o Presidente da República José Eduardo dos Santos e o Presidente da UNITA Dr. Jonas Savimbi.
15 de Julho de 1995
O Secretário Geral das Nações Unidas, Boutros Ghali vai ao Bailundo para avaliar a aplicação do Protocolo de Lusaka.
16 de Setembro de 1995
A UNITA participa na conferência dos Doadores Internacionais sobre Angola em Bruxelas.
Janeiro de 1996
XV Conferência anual do Partido que decide sobre o aquartelamento das FALA.
20 de Agosto de 1996
Por ocasião do Congresso Extraordinário, a UNITA recusa que o Dr. Jonas Savimbi aceite o cargo de Vice-Presidente proposto pelo poder angolano
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Jornal de Angola - Centro industrial e turístico é riqueza estagnada
Centro industrial e turístico é riqueza estagnada
Casimiro José| Sumbe - 31 de Janeiro, 2010
Nome do remetente: E-mail do destinatário: Comentário:
A Pedra de Água é indicada para a cura de muitas enfermidades e tem características digestivas
Fotografia: Casimiro José
O centro turístico e industrial da Pedra de Água, situado na comuna da Botera, município do Seles, precisa de investimentos dado ao seu potencial industrial e turístico. A sua reabilitação constitui um dos pilares para o relançamento da indústria de joalharia na província do Kwanza-Sul e o enchimento da água medicinal gaseificada natural, com características únicas em Angola e no mundo.
Localizado a 500 metros da margem do rio Cubal, o local denomina-se “Unchila Wonjamba”, que em português significa “Cauda do Elefante”. O centro industrial e turístico da Pedra de Água tem uma nascente de água gaseificada natural na área da Bamba e à medida em que corre vai ficando em pedra, aglutinando folhas e galhos de árvores. E assim, a partir da nascente de água termal se vai formando uma formosa pedra que só a natureza sabe qual vai ser o tamanho e o fim do processo.
A Pedra de Água é indicada para a cura de muitas enfermidades e tem características digestivas. O português João António Veiga construiu em 1956 uma estrutura para o enchimento da água medicinal a partir da nascente. A marca Pedra de Água era de alto consumo em Angola e já tinha clientes no estrangeiro. Hoje a fábrica e outras estruturas erguidas na época estão em escombros.
O actual regedor da Catanda, soba Filipe Correia, foi trabalhador na fábrica da Pedra de Água durante muitos anos até a sua paralisação em 1980, devido à guerra.
Oficina de joalharia
De acordo com o soba Filipe Correia, o centro industrial e turístico da Pedra de Água contribuiu para o desenvolvimento social e económico do município do Seles. Além do enchimento da “Pedra da Água” havia no local uma indústria de joalharia. A oficina foi construída em 1971 e o seu funcionamento incentivou a exploração de pedras preciosas e semi-preciosas na região o que na época gerou 350 empregos.
“No tempo que funcionava o centro da Pedra de Água, todos nós tivemos apoio em bens alimentares, sabão, roupa, calçado e nada nos faltava. Hoje as pessoas têm de se deslocar à sede do município para conseguirem esses produtos, percorrendo 40 quilómetros a pé”, desabafou o ancião.
O soba, de 63 anos, recorda os bons momentos vividos, naquela época, destacando o fornecimento da corrente eléctrica através da mini-hídrica que o centro dispunha e que permitia a realização de vários serviços em benefício dos habitantes da região.
“Nós vivíamos bem aqui, até as nossas mulheres não se esforçavam a preparar a fuba porque com a luz da mini-hídrica tínhamos as moagens”, disse.
Falta de investidores
A reabilitação do centro, de acordo com o administrador municipal do Seles, Rui Feliciano Miguel, é uma das prioridades do município, mas a não concretização das intenções dos empresários que se propuseram investir está a adiar o desejo das autoridades e das populações.
Para pôr em marcha o plano de reabilitação e exploração dos recursos do centro, a Administração Municipal do Seles pretende efectuar um concurso público para se apurarem potenciais investidores.
O administrador do Seles, Rui Feliciano Miguel, revelou ao Jornal de Angola que para estimular os potenciais investidores, o seu executivo está empenhado na reparação da via que dá acesso ao local o que considerou “uma tarefa que deve contar com a colaboração da classe empresarial da província do Kwanza-sul, do município e do país em geral”, dizendo que o centro da Pedra de Água é uma referência internacional.
O município do Seles tem nove centros turísticos, “Nduva”, “Pedra de Água”, “Mundo Wkua”, “Local dos Hipopótamos”, “Camira”, “Piscina Municipal”, “Quedas do rio Luai”, “Caxita” e "Morro do Nduinguiri".
Jornal de Angola - Centro industrial e turístico é riqueza estagnada
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
A Nação Crioula…
por MANDACHUVINHA
“EM exclusivo ao Folha 8, Kamalata Numa diz:
Kamalata Numa.
Ontem comandante de tropas, General do Exército, hoje Secretário-geral da UNITA “
transcrito da fonte: FOLHA 8"
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Materialidade e formalidade constitucional
SOBERANIA POPULAR versus NACIONAL
A monarquia tradicional assenta numa estrutura orgânica, uma ORDEM que lhe é imanente: a ordem, as hierarquias, a autoridade, a OBEDIÊNCIA, a família, O PAI, O ESTADO e o REI…
Claro que numa Monarquia Constitucional, não se pode dizer que o Soberano é o POVO…pois só na República é que pode o povo mandar…Por isso a Ideia de Estado aparece como tábua de salvação da ORDEM monárquica…Não sendo já o Rei o senhor absoluto, escuda-se a sua soberania nas instituições estaduais…E assim escudam-se os republicanos, numa monarquia constitucional, nos poderes que atribuem ao primeiro ministro e ao governo que pretendem sob o controle do parlamento….Daí o Parlamentarismo Constitucional Monárquico para tirar os poderes ao Monarca…ao Rei!!!
A futura constituição angolana. Tal como está redigida arrisca-se a não passar de uma Constituição Semântica ou seja como a define Canotilho “ uma formalização exterior da situação do poder político existente” ou seja, dos detentores de facto do poder..
E assim sendo, dizemos nós, sendo atípica, porque Angola não é uma monarquia constitucional, mas sim uma Republica – que quer dizer COISA PUBLICA – coisa do Povo - , a nova constituição, porque também é semântica esgota-se nos limites de qualquer auscultação popular ou golpe de estado…sendo ambos de cariz institucional, parlamentar, ou popular…
Explicitando: O Presidente da República pode ser “ in extremis” objecto de “ inpiechement”.Ou seja “expulso pelo povo democraticamente representado no parlamento” … Ou pelos parlamentares que tenham poder representativo suficiente par alterarem a constituição…Ou por eleições antecipadas, caso o parlamento se demita em bloco… é caso para dizer popularmente” rei morto rei posto….!!!” Porque a constituição material esvai-se nas constituições semânticas e o Estado extingue-se com o” golpe” seja ele “palaciano” seja “sanguinolento” ou “com o poder caído nas ruas”…
E tudo isto por uma simples razão:
É que estas constituições, mesmo as atípicas, são concebidas para monarquias, onde o poder ou pilar de uma Nação não é o seu Povo, mas o seu Rei e os seus sucessores nobiliárquicos, príncipes. Duques e demais Família Real… deposto um rei outro de igual linhagem sanguínea se lhe sucede…
Não pode ser o mesmo numa Republica…quer dizer…Pode mas não deve…é a voz da história que nos diz que não…!!! Será?
Renato Gomes Pereira
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Estado-Maior da FLEC anuncia trégua durante o CAN2010
“estou citando um post a um comentário a uma noticia daqui e assinado por João, por entender ser alguém informado sobre a questão de CABINDA…” ao seu autor e ao angola24horas.com pedimos aqui anecessária comprensão e adevida autorização na sua reprodução para sins não lucrativos…
eis:
joão
0
Os 500 anos de hitória colonial de Angola (1482-1975) tão afastados dos 90 anos de ocupação do Protectorado Português de Cabinda (1885-1975), pelo mesmo país opressor comum, Portugal, define e confirma o facto: a existência inegável de uma verdadeira história claramente marcada pela dupla trajectória dos dois povos soberanos colocados entre dois paises não frontalieiros.
Donde a demarcação natural da mesma ligna e lógica que se deve seguir: a demarcação entre os dois territórios como nações distintas uma da outra, como confirma o texto e o contexto da Constituição política portuguesa no momento da descolonisação quase inacabada em cabinda.
O veredicto da história não foi respeitado em Cabinda em oposição do que se passou na assembleia dos estados modernos, conhecido e visto pela Communidade Internacional que até hoje, não diz nada, apesar da pertinência da plêiade dos dados históricos e jurídicos, que no quadro colonial, fazem de Cabinda, um protectorado de direito e não uma colónia Stricto sensu.
Por algures, uma simples torre de horizonte sobre o passado viciado imposto ao povo Cabindês basta para fazer constatar a todo observador imparcial que Cabinda nunca fez parte integrante de Angola e este facto foi publicamente declarado e reconhecido, algumas semanas pelo presidente da União Nacional pela Independência Total de Angola (UNITA), Sr. Jonas SAVIMBI nestes termos:
Cabinda nunca fez parte integrante de Angola, nem antes nem aquando nem depois da retirada do colonizador do nosso país.
Em oposição a esta declaração pertinente e honesta, o acordo de Alvor (Portugal), caducado depois de ser assinado, é o único suporte das pretenções expansionistas de Angola sobre Cabinda.
Assim, é coveniente que este acordo violado e revocado pelos signatários, sem compentência em matérias, possa constituir o fundamento da posição oficial angolana, através aqual, continua ainda sem vergonha justificar a actual ocupação pelo estado angolano. Todavia, longe de querer fazer uma lição de história, vejamos três provas em apoio que confortam a posição Cabindesa:
Primeiro: 30 anos antes da sinatura dos três Tratados Luso-Cabindês de (1883-1884-1885) entre os emissores da coroa portuguesa, dum lado e os príncipes e notáveis de Cabinda, doutro lado, o governador geral de Angola (Província de Portugal), na época, recebe os emissores do reino de Cabinda à três vezes, cuja última vez com 21 tiros de canhão. Embaixadores so se moveram por solicitar ao rei de Portugal, a definição sem mais tardar, da sua nationalidade como português afim de evitar as contestações doutros concorrentes (Cf. Boletim oficial de Angola n° 388, de 05 de Março de 1854 - P. n° 483, de 30 de Dezembro de 1854 - P.P.1-2 n° 571, de 06 de Setembro de 1854 - P.P. 4-5 ver os três textos nos Trâmites para a libertação do Estado de Cabinda, pela F.L.E.C - 1992).
Ora, se Cabinda fazia realmente parte integrante de Angola, porque esses emissores Cabindeses se moveram para solicitar a nationalidade portuguesa já adquirida pelo conjunto da população angolana?!...
Segundo: No início da ocupação, havia prova segundo aqual Portugal em 1885, fazia uso dos Tratados assinados com o reino de Cabinda para fazer valer seus direitos territoriais sobre eles, apresentando-lh es como seus protectorados. São esses protectorados de Kakongo, Luango e Ngoio (Cuja fusão forma o actual Cabinda), que foram designados nos textos oficiais, sob a denominação de territórios ao norte do rio Congo e não como terra angolana nem como fazia parte desta, em termos de dependência, o que algures seria contrário ao acto da Conferência Internacional de Berlim, de 14 de Fevereiro de 1885 (Cf Cópias originais desta conferência nos arquivos da Torre do Tombo, Lisboa, Portugal; ver igualmente os textos contidos no " os Trâmites para a libertação do Estado de Cabinda", pela F.L.E.C - 1992)
Terceiro: Nas vésperas da proclamação da independência de Angola em 1975, o Primeiro Ministro do gouverno português (Comunista) e o Presidente da república portuguesa (Comunista) reconhecem publicamente a sua incapacidade de poder controlar a situação. É por isso, pela lei 458-1/74, eles revocam o pretendido acordo de Alvor mantendo a data da independência. E tudo isto, afim que a oferta de Angola, com Cabinda anexado (Segundo o artigo 3) sendo feito ao comunista internacional pelo interposto do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) pedindo independência já proclamada pelo Portugal sob uma cena traduzida pela expressão oficial "ao povo angolano em geral" (Cf. Diário Governo, /série, n°194, de 22 de Agosto de 1975 p.p. 1292; ver igualmente "Tramites para libertação do Estado de Cabinda" pela F.L.E.C - 1992)
Do resto, alem dessas três provas tanto concluentes entre outras também fundadas e verificadas, a resistência nacionalista Cabindesa representada à mesa de discuções em curso pela F.L.E.C não cederá nenhum lugar a debates estériles levando sobre a constitucionali dade do facto Cabindês, em razão do defeito da competência e da legitimidade requisa pela parte dos interlocutores angolanos que não podem em nenhuma forma recuperar a paternidade jurídica de Portugal sobre Cabinda, porque so haveria mesmos debates já tidos no passado em linguagem de surdos, em redor das indeterminaveis querelas escolásticas sem efeito e marcadas de apetites não confessados e tanto contrário a verdade da história e ao bom senso.
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
NEGRITUDE
ANGOLANO (Albano Neves e Sousa)
Ser angolano é meu fado, é meu castigo
Branco eu sou e pois já não consigo
mudar jamais de cor ou condição...
Mas, será que tem cor o coração?
Ser africano não é questão de cor
é sentimento, vocação, talvez amor.
Não é questão nem mesmo de bandeiras
de língua, de costumes ou maneiras...
A questão é de dentro, é sentimento
e nas parecenças de outras terras
longe das disputas e das guerras
encontro na distância esquecimento!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Cavalgadas, cavalgaduras e animais de carga…
Imaginem como seria há largos séculos atrás cavalgar a toda asela por esse mundo fora… Não havia postos de abastecimento de combustivel, nem oficinas, nem auto reboques…quando muito de onde em onde haveria um ferreiro, que sabia colocar ferraduras em cavalos,e um ou outro agricultor que disponibilizava palha e água para os cavalos… Fora isso só encontrava ,ferreiros, agua e palha nas estalagens e albergarias…
Eram assim como que hoteis de cinco estrelas da alturas as estalagens…e as Albergarias seriam como que um local de dormidas não classificado e quando muito forçada a comparação a hoteis de duas ou três estrelas…
Estou apenas falando de cavalos e cavaleiros, as diligências e as carruagens eram como que os aviões particulares e as limusines do nosso tempo…E quem não tinha nem cavalos, nem burros nem bois ,nem vacas viajav a pé como caminheiro e era muito bom para a saúde…e para os animais também claro…
A carga toda era transportada às costas, em carros de bois, e quando muito por barco, rio ou mar… Não havia caminhos de ferro, nem Tgvs!!! Podem perceber o que é transportar sacos de farinha ou antes disso o milho para o moinho ou azenha moerem…
Tudo isso gerava um sem número de profissões e actividades…que são sinais dos tempos…umas acabaram outras transformaram-se…
SE Pudessemos . aplicar o Iva a tudo isso e o pagamento por conta, o IRS, o IRC, O imposto de selo, o imposto de circulação,imposto sobre os combustiveis, etc,etc, imaginem como o fisco seria excedentário em receitas, mas provávelmente nenhum de nós existiria já pois tinha sido extinta a especie por ter sido há muito sugada até ao tutano!!!
Percebo bem, por isso, a angustia de JOE , O Canalizador,(plumber) na ultima campanha eleitoral dos States que acabou por eleger Obama como seu presidente…
PORTANTO esta coisa da “politica fiscal” tem que respeitar a ecologia…
E a propósito de Ecologia: digam a Mugabe e aos outros Ditadores Africanos, que os “ pobres dos paises mais desenvolvidos es tão fartos de fazer doações e concessões para enriquecer ainda mais os ricos dos paises pobres” apud o meu patricio luso-angolano o Jornalista Orlando Castro
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
PORTUGAL – ontem, hoje e amanhã
Posta Restante
A Nação Portuguesa e a Diáspora
2002-12-17 12:21:26
Se considerarmos que a Nação Portuguesa é constituída por todos os portugueses natos (yus solis), acrescidos por seus descendentes - filhos, netos, bisnetos - (yus sanguinis), e ainda pelos(as) consortes de todos(as) eles(as), verificamos que existem muitos mais portugueses fora do território nacional, do que no rectângulo de cerca de 90.000 quilómetros quadrados à beira mar plantado, de onde saíram Gamas e Cabrais para dar novos mundos ao Mundo, desde quando a nossa Pátria se tornou pluricontinental, e a língua portuguesa vem sendo falada nos cinco continentes, por brancos e negros, mestiços e mamelucos, mongólicos e caucásicos, enfim, por todas as etnias.
Navegadores e emigrantes foram, desde sempre - sem qualquer sombra de dúvida - os melhores entre os portugueses, aos quais se ficou devendo a universalização do nosso idioma, a globalização da nossa cultura, e a internacionalização de tudo quanto de bom Portugal produziu, ao longo de seus quase nove séculos de história, obras que ficaram devendo aos arrojados lusitanos que souberam imaginar (o homem sonha) , que souberam Crer (Deus quer), e que foram capazes de realizar (a obra nasce).
Foi deste modo que - para citar apenas um, dos muitos exemplos da grande obra dos lusitanos além-mar - poucos anos após a fundação da primeira Santa Casa de Misericórdia em Lisboa (1498), Brás Cubas fundou a Santa Casa de Misericórdia, e Hospital de Todos os Santos (1543- Santos, São Paulo), o que levou os portugueses do Brasil a fundar aqui, ao longo dos três séculos seguintes, mais de 700 (setecentas) outras Santas Casas, as quais respondem, AINDA HOJE, pelo atendimento médico de mais de metade de todos os brasileiros, no campo da saúde (doença), na maior parte dos casos, graciosamente.
Mas Portugal só conseguiu superar-se a si próprio, porque, naqueles tempos, não olhava apenas para o seu umbigo, antes enxergava longe, tinha ideias e ideais, e os homens inteligentes e ousados tinham voz e vez, ao contrário do que hoje ocorre, em que os professores primários- que nobre profissão- são travestidos de diplomatas; em que alguns diplomatas - profissão para inteligentes idealistas - se transformam em negociantes da coisa alheia; em que uns poucos jornalistas - ocupação para homens e mulheres de visão e coragem - se transformam em pseudo governantes; e finalmente, em que muitos políticos se afastam da ética, se eximem das responsabilidades, e se julgam impunes.
As democracias estão derrapando para o faz de conta, as sociedades estão apodrecendo, e o Globo está se tornando uma terra de ninguém, onde a irresponsabilidade se generaliza, a violência se globaliza, e a injustiça se eterniza, tudo isto em consequência da acomodação das maiorias silenciosas, da prevalência dos miseráveis interesses das minorias ambiciosas, e da sobreposição da ganância de certas «elites» perniciosas, cuja cegueira arrasta o mundo para a instabilidade, para o terror, e para o caos.
Estamos na Quadra Natalina, que encerra o ano, época propícia à reflexão, quando a postura dos homens inteligentes e bons deve ser comandada pelo humanismo, entendido este, não como sentimento piegas e demasiadamente tolerante, mas antes como seres responsáveis e actuantes, exigentes e decididos, sábios e justos, mas à maneira aristotélica, em que «a justiça-na igualdade-consiste em tratar desigualmente os seres desiguais, e na medida em que se desigualem». Afinal, JUSTIÇA, é premiar os bons e castigar os maus.
José Verdasca
Escritor e conselheiro do Conselho das Comunidades Portuguesas / Brasil.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
خاطرات و روزنوشت های یک آسمانی » بوسه یعنی …
بوسه یعنی وصل شیرین دو لب
بوسه یعنی خلسه* در اعماق شب
بوسه یعنی مستی از مشروب عشق
بوسه یعنی آتش و گرمای تب
بوسه یعنی لذت از دلدادگی
لذت از دیوانگی لذت ز شب
بوسه یعنی حس طعم خوب عشق
طعم شیرینی به رنگ سادگی
بوسه آغازی برای ما شدن
لحظهای با دلبری تنها شدن
بوسه سرفصل کتاب عاشقی
بوسه رمز وارد دلها شدن
بوسه آتش میزند بر جسم و جان
بوسه یعنی عشق من با من بمان
شرم در دلدادگی بیمعنی است
بوسه بر میدارد این شرم از میان
طعم شیرین عسل از بوسه است
پاسخ هر بوسهای یک بوسه است
بهترین هدیه پس از یک انتظار
بشنوید از من فقط یک بوسه است
بوسه را تکرار میباید نمود
بوسه یعنی عشق و آواز و سرود
بوسه یعنی وصل جانها از دو لب
بوسه یعنی پر زدن یعنی صعود.
بوسه یعنی شادی و شور و نشاط
بوسه یعنی عشق خالی از گناه
بوسه یعنی قلب تو از آنه من
بوسه یعنی تو همیشه ماله من
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* (خلسه یعنی زمانی که جسم فیزیکی به خواب فرو رفته ولی روح هوشیاری خودش را حفظ کرده و معمولا اگر از مدت زمان کمی از این حالت بگذرد روح نیز هوشیاری خود را از ددست میدهد و اصطلاحا میگویند طرف خوابیده است. پس خلسه یعنی حد فاصل و مرز بین خواب و بیداری.
جسم خواب و روح بیدار. هر چه ما به سمت خوابیدن نزدیکتر بشویم خلسه ی ما نیز عمیق تر میشود.)
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domingo, 1 de novembro de 2009
Argivai era assim antes da “guilhotina…
A Génese de ARGIVAI é mais que Milinar…. é Pré Histórica ! ! !
Argivai , antes da comemoração dos erroneamente proclamados 1050 anos era assim…Não tinha aquela estatueta que mais parece uma guilhotina para decepar a cabeça dos que pensam em Argivai e arredores e/ou não se regem pela batuta do “soba” da freguesia…
Claro que NINGUÈM VIVO saberá quando nasceu Argivai, e os que disserem que sabem são uns Grandes Mentirosos e até desonestos intelectuais…
E Como Argivai é pelos documentos históricos já descobertos – vestigios de povoado Pré romano – téculas descobertas em escavações- castro de argivai – fonte celta – anterior à história ( o que separa a história da pré-história é a descoberta da escrita) sendo pré-histórica, dado que os papeis só muito mais tarde vieram a ser inventados, sendo a primeira escrita feita na pedra…não terá grande sentido tomar por base de nascimento de Argivai a data de um documento,( ele próprio mesmo do ponto de vista histório de alguma duvidosa integralidade,vide Portugalia Monumenta Históricae- Alexandre Herculano e outros…) referente a uma doação de terras feita por alguém que não sabemos se era já, ou se foi em tempo algum a sua legitima dona ou possuidora ao Mosteiro de Guimarães e onde a palavra Villa Argenadi (Quinta do Argevadus) apenas aí aparece como a terra ou propriedade com a qual confronta a que vai ser doada… Ou seja o documento prova que nessa data de 953 Argivai Já existia… e nada mais …daí não se pode concluir que Argivai nasceu aí… e existem milhentas provas a demonstrar o contrário…
Argivai ao Primeiro de Novembro de 2009
renato gomes pereira
terça-feira, 20 de outubro de 2009
IGNOTUS SARAMAGUS
SARAMAGO ESTRAGA O LEITE… não deixe sua vaquinha comer…
…quem beber o leite de sua vaquinha saramaga vai azedar…
..e ficar desconfiado do mundo….e da origem da vida..vai viver num inferno comunista….
Cuidado com as verduras antigas..lave-as bem…

