EDITORIAL

SOMOS MUITOS...
Uns como civis,
outros militares,
de todos os continentes
e cores, feitios,e ideologia
, de um lado ,de ambos, ou
do outro lado da barricada,
ou de nenhum dos lados...
Este é o espaço de todos os que
em algum tempo da sua vida comungaram passageiramente, ou enraizadamente do solo e cultura do ex-ultramar lusitano...
do brasil a timor, de macau à india...
Na crisa do sol e da chuva,
da lua e da brisa do mar,
comungamos todos esse olhar sem fim
de esperança na Humanidade...
DESERDADOS DA FORTUNA...
Refractários talvez...
DESERTORES? NUNCA !!!

digite uma palavra

toque

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O “Camarada” ARNALDO PIMENTA

– é um tipo fixe…”porém”é dragão fanático…

- é um ex combatente…

- é candidado a “presidente da junta de argivai” …

- é um válido elemento da oposição ao “poder laranja”

-é uma mais valia para a cidadania local

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

ENCONTRO com D. SEBASTIÃO

Encontro com D. Sebastião

As ondas baloiçam

no mar da Póvoa.

O mar enrola na areia

e tráz consigo uma caravela

 

Eis que chega D. Sebastião

O ETERNO RETORNADO.

Segue sempre em frente

na sua satisfação insatisfeita

Encontro-me com ele numa esquina:

- Que me queres Pá? Conheço-te de onde?

-Amigo sou SEBASTIÃO “o Desejado”..

-Tu ?! Não brinques comigo !!!

Chegou D. Sebastião barbado

e cabelo grande…

Chegou D. Sebastião mais parecido

no vestir e na forma com um hippy…

Se és D. Sebastião

se és meu amigo,

fala comigo!

Diz-me então porque voltaste!

Voltei porque a raposa matreira

me disse que aqui os rios cantavam

e que tudo nascia e não morria

como em eterma Primavera !

Sim és D. Sebastião.

Sonhas sempre! sonhas Sempre!

Serás sempre Jovem! sempre o Serás!

Agora Vê !Que vale sonhar Sebastião?

Sim dizes bem

que vale sonhar!

pois vale para acordarmos depois

e sentirmos como eu agora-triste

triste por ver que as pedras emagrecem

no desgastante andar dos famintos

pelas calçadas.

triste por ver que as folhas continuam

a envelhecer…

…que tudo morre…

…e nada chega a VIVER !!!

Póvoa de Varzim, 23 de Agosto de 1976

in” Poesia Incontinente- ngola gomes

renato gomes pereira

sábado, 20 de junho de 2009

O PCP na ordem...em 25 Novembro de 1975

Fonte: ANGOTERRA


Quem é que em 1975 pôs o PCP na ordem? Eu.
Jaime Neves reage às críticas dos comunistas e recorda o problema de África
O coronel Jaime Neves, figura preponderante dos operacionais do golpe militar de 25 de Novembro de 1975, desvalorizou as críticas do PCP à sua anunciada promoção a general, noticia a Lusa.
«Quem é que em 1975 pôs o PCP na ordem? Quem é que travou o PCP? Quem é que os obrigou a encolherem-se? É natural que eles não gostem de mim, eu também não tenho simpatia por eles. No entanto respeito-os. É natural que sempre que possam mandem uns pontas-de-lança mandar umas bocas ou façam uns comunicados. Mas eu tenho uma coisa a dizer: os cães ladram, a caravana passa», disse.
Para Jaime Neves, a promoção traduz um «reconhecimento tardio» da sua acção como chefe militar. «Foi a frase que o senhor Chefe de Estado-Maior do Exército usou, reconhecimento tardio. E tive que dizer que sim. E obrigado e fico à espera. Disse-me que o diploma tinha sido enviado para o senhor Presidente da República e que quando viesse falaria comigo. Estou à espera», relatou.
O problema de África
«Na altura não me apercebi bem do que era abandonar África, não dei o devido relevo. Se eu me tivesse apercebido que íamos abandonar África com certeza que não sei se entraria [na revolução de Abril]. Pelo menos não tomava parte activa», disse.
Para Jaime Neves, o «problema de África tinha que ser resolvido», mas os responsáveis políticos do pós-25 de Abril em Portugal demitiram-se de «controlar a independência».
«A independência devia ter sido controlada por nós. Angola e Moçambique tinha muitos brancos já nascidos lá. Lembro-me em Moçambique de haver a quinta e sexta geração. Como é, foram ignorados? Tinham que ter uma palavra a dizer», referiu.
E acrescentou: «Havia muitas maneiras de ficarmos em África. Não sou um defensor do Portugal inalienável e indivisível. Se a Guiné não aguentava, tenho muita pena, largávamos a Guiné. Mas isso não nos obrigava a largar Angola e Moçambique. Em Angola, quando se deu o 25 de Abril, não havia um tiro há seis meses.»
«Éramos uma espécie de bombeiros voluntários do país»
O coronel, que se notabilizou na unidade de Comandos em África e na Índia, frisou que participou na revolução de Abril «com convicção», após uma conversa que teve, já em Lisboa, com Otelo. No entanto, tudo começou a mudar uma vez deposto o Estado Novo.
«A seguir ao 25 de Abril eu fiquei em Lisboa com 500 homens. Éramos uma espécie de bombeiros voluntários do país. Fui para o Limoeiro quando os presos se revoltaram e pegaram fogo àquilo tudo, fui para a TAP para ver se metia os gajos a trabalhar, fui para imensas esquadras onde a população fechava os polícias, chamava-lhes nomes não havia autoridade neste país. Não foi para isso que fiz o 25 de Abril. Então eu fiz o 25 de Abril para instaurar no nosso país a indisciplina e a falta de respeito? Isso não», disse.
À «indisciplina e anarquia» Jaime Neves acrescenta outra razão: «Eu não fiz o 25 de Abril para ver o PCP e forças de extrema-esquerda a assenhorarem-se deste país e a mandarem em tudo.»
Hoje com 73 anos, o antigo operacional dos Comandos admitiu ter sido «o homem certo, no local certo e na hora exacta», desvalorizou a notoriedade alcançada em 1975 e disse que «não mudou nada» na sua vida depois de ter protagonizado acontecimentos marcantes da História recente de Portugal.
«Estive sempre a comandar o regimento de comandos e saí em 1981. Depois fui trabalhar 12 anos com o meu amigo e empresário Jorge de Brito e, ao fim desse tempo, uns companheiros meus dos comandos convidaram-me e fundámos uma empresa de segurança», relatou.
«Não posso estar satisfeito com a situação actual do nosso país se olho à minha volta e vejo tudo descontente. Chego eu próprio a pôr em dúvida se valeu a pena.
Honestamente», concluiu.


retirado de:

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Confusão… ou neurónios queimados?

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Durante muito tempo, não tive resposta

para o fenómeno… Sempre me habituei ao

barulho das genstes e das cidades…

quem viveu na Luanda dos anos 70, ou

noutra qualquer cidade cosmopolita do mundo

sabe que a vida corre a uma velocidade estonteante

e o barulho é próprio e natural e temos que

entabular conversa uns com os outros

no meio desse barulho de sons mecânicos e vozes humanas…

Custa-me a perceber pessoas que chamam à vida confusão…

..e que mandam calar todos, e querem silêncio

e acusam-nos de falar muito alto…

como se fossemos bestas ou animais…

Concluo que são pessoas que “fundiram a cuca” ou

tem os neurónios “queimados”

Viva o barulho exterior !!! Viva o falar alto !!!

Viva o silêncio interior… da alma !!!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

os ex-combatentes



http://www.apvg.pt associação portuguesa de veteranos de guerra

segunda-feira, 11 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

quinta-feira, 7 de maio de 2009

o jacaré fugiu …

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   pangare  
     
  jango  
     
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terça-feira, 5 de maio de 2009

Reavivar a história ...da descolonização vergonhosa


deslocados, refugiados e retornados

Fonte e origem destas fotos:






domingo, 3 de maio de 2009

Aguardando Justiça...


Fonte: http://retornados.home.sapo.pt/
(adaptação e imagem da autoria do blog)

A CHEGADA
Foi num 10 de Junho do ano de 1975
(Dia da Raça ou de Camões, como queiram),
data em que pisaram, pela primeira vez, a terra portuguesa, ficando a traineira Bengo abandonada e triste, apodrecendo num cais de Lagos.
A Capitania recolheu os refugiados.
Foi então que ouviram a nova palavra Retornado,
escrita numa guia, passada pelas autoridades,
para se apresentarem em Lisboa
no IARN [Instituto de Apoio aos Retornados Nacionais]
recém-criado pelo governo português de então,
para Apoio aos refugiados que chegavam, diariamente,
das Ex-colónias portuguesas de África.
Danny chamaram-nos de Retornados?
Quem?
Aquele marinheiro da Capitania, o de boné sebento,
barba por fazer e cravo encarnado no peito da farda!
Esse mesmo!
Sou refugiado e não Retornado dizia-lhe o Malaquias, bastante aborrecido!
Nem sou de cá!
Não nasci em Portugal!
Sou de Angola, de Lobito!
Refugiado e funcionário de Portugal, SIM...
Uma velha camioneta, estacionada debaixo de uma frondosa árvore, ia partir para Lisboa. Entraram. A viatura ainda tinha lugares vagos e iria parar, sucessivamente, na Vila do Bispo, Aljezur, Sines e Alcácer do Sal, antes de rumar para o IARN.
Danny observava a cidade através da janela da velha camioneta,
que largava para o ar uma densa fumarada negra.
Todos os passageiros estavam calados e espantados com o que viam.
Passaram por uma das ruas de Lagos, onde decorria uma manifestação do PC, no meio de bandeiras encarnadas e cartazes:
Mais nenhum soldado mais para África,
Portugal para os portugueses,
África para os africanos
O Malaquias assim falou ao companheiro:Isto está mau, caro amigo, penso que pior que Angola donde saímos, há já algumas semanas...
O motorista da fumegante e velha camioneta, rangendo os dentes, abrandou a marcha e viu-se engolido e forçado a parar junto a uma esplanada, para deixar avançar o desfile, cujos manifestantes entoavam, cedenciadamente, as tais palavras de ordem.:
o povo unido jamais será vencido...
Ao verem a camioneta com as letras do IARN,
os manifestantes e os circunstantes tomaram mais ânimo e desataram aos berros:
Seus colonialistas vão mas é para as vossas terras! Correram connosco de lá e agora vêm tirar os poucos empregos que temos para os nossos filhos...
O motorista, de barba de vários dias, camisa bem suada nos sovacos e boné descaído sobre a testa, animado pelo ruído da rua, foi comentando, enquanto palitava os dentes ainda com bocados do pastel de bacalhau comido na tasca do tio Zé:
Pois é verdade! Já éramos poucos aqui e agora passo os dias a levar esses malandros dos retornados para o IARN, em Lisboa. Para os nossos filhos, os desta terra, nem uma camioneta para irem para as escolas, aqui a dois passos...
Malaquias, mesmo sem querer, entrou na conversa:
Olha, senhor motorista, se vocês tivessem feito uma descolonização “exemplar” e não um simples abandono das colónias ao bicho-homem, nós não estaríamos aqui, agora, entende!
O motorista desviou-se de um caixote de tomates, caído no pavimento, e não deu resposta ao seu interlocutor com a face queimada pelo mar, para bem de todos os passageiros já inquietos com o tom da conversa...
Entretanto, a manifestação política deixara a rua livre e concentrava-se, agora, na Praceta da Revolução, previamente preparada com altifalantes, tribuna de tábuas pregadas e bidons. A camioneta conseguiu seguir viagem pela marginal, com o mar à esquerda e as praias cheias de veraneantes, pois decorria o mês de Junho do ano de 1975.


autoria dos textos:
ADRIANO DE ALMEIDAGOMINHO
[narrativa 1975-2005]
Jubilado da Aviação Civil, em Portugal
Ex-administrador em Timor,
Estudante do IV ano de Direito, em Lisboa.
==========================================
DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR
ou GAIVOTAS QUE VOAM
[RETORNADOS DAS EX-COLÓNIAS]
E-BOOK - EDIGOMO
LISBOA,1999/2005

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A LAGARTIXA

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    1
  MCj04369090000[1] lagartixa
     
  MCj04369120000[1] gulosa
     
  MCj04369080000[1] reti
ra
     
  Family cuddling. a

unidade
  MCj04316220000[1] queimando

......TERRA ......MAR......E.......AR......

segunda-feira, 27 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

NO JORNAL a letra escura…

No Jornal a letra escura

ontem a três colunas dizia

não sei se verdade ou utopia,

podíamos entrar em ditadura.

Só não caí da cadeira

porque não era velha

mas ao pulo que dei

ela ficou de que maneira!!!

Podíamos entrar em ditadura…

mas que grande diabrura”!!!

Quem foi o da ideia

que pôs o dedo na queimadura ????

Ngola Gomes

in poesia incontinente

Luanda 15 de Fevereiro de 1975

rosa

segunda-feira, 20 de abril de 2009

MEU PÉ DE JINDUNGUEIRO

O MEU JINDUNGUEIRO
No sacrificio das vidas se mantém
uma ditadura
ou duas
Com lágrimas de diamantes
ou petróleos de sangue...
O meu pé de Jindungueiro
lá ficou
no Sambizanga...

Cá -fico eu
aqui
e agora

descalço
de uma Terra
e um País
Que é
chinês,
russo
ou americano

mas que
nunca mais será
verdadeiramente
africano ...
...Como eu Sou
e o meu Jindungueiro!
Renato Pereira - ngola gomes in
Poesia Incontinente

JOÃO SOARES


"Visita que fiz um ano depois ao local do acidente, Jamba Angola."


"Um pouco mais de sol - eu era braza,

Um pouco mais de azul - eu era além.

Para atingir, faltou-me um golpe d asa...

Se ao menos eu permanecesse aquém...

Assombro ou paz? Em vão...

Tudo esvaído.Num baixo mar enganador d espuma;

E o grande sonho despertado em bruma,

O grande sonho - ó dor ! - quasi vivido...


Mário de Sá-CarneiroPoemas Completos


PALAVRAS DO DR JOÃO SOARES ...

Fonte:
"E caiu mesmo ! Em Setembro de 1989, o avião em que eu seguia caiu em Angola. Caiu mesmo. E essa foi, penso que não o tomarão por excesso se o afirmar, uma experiência única. Aquilo que se designa comumente por uma experiência marcante. Algo que não alterou a minha forma de estar, ou de ver este mundo que é o nosso. Mas ajudou a compreender melhor certas coisas e, sobretudo, destinguir muito melhor e mais rapidamente o essencial do acessório. Por isso me parece importante que no quadro de notas breves sobre a minha vida haja um traço sobre este momento especial. Ou melhor sobre o momento ele próprio e o que se lhe sucedeu. Será esta, mais do que em qualquer outra, uma página em construção permanente. Até porque não tenho, sobre esta matér
"E caiu mesmo ! Em Setembro de 1989, o avião em que eu seguia caiu em Angola. Caiu mesmo. E essa foi, penso que não o tomarão por excesso se o afirmar, uma experiência única. Aquilo que se designa comumente por uma experiência marcante. Algo que não alterou a minha forma de estar, ou de ver este mundo que é o nosso. Mas ajudou a compreender melhor certas coisas e, sobretudo, destinguir muito melhor e mais rapidamente o essencial do acessório. Por isso me parece importante que no quadro de notas breves sobre a minha vida haja um traço sobre este momento especial. Ou melhor sobre o momento ele próprio e o que se lhe sucedeu. Será esta, mais do que em qualquer outra, uma página em construção permanente. Até porque não tenho, sobre esta matéria, querido falar muito... "

quarta-feira, 15 de abril de 2009

QUITEXE -história


com o devido respeito pelo autor e visados deste texto apenas o reproduzimos por motivos informativos e históricos...
Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
Cemitério
Trago hoje duas fotografias de lápides que existiam no cemitério do Quitexe e que evocavam, uma, os mortos no dia 15 de Março de 61 e a outra os militares portugueses, todos sepultados naquele cemitério. Estas fotografias foram retiradas do site http://ultramar.terraweb.biz/, não estando identificado o seu autor, a quem agradeço.

O que mais impressiona são as crianças!
Laura de Jesus Soares da Ressureição - 4 anos
Luiz Osvaldo Fernandes Corrente - 5 anos
José Manuel Cebola Guerreiro - 6 anos
José Luiz dos Santos Albuquerque - 7 anos
Humberto Romano de Freitas Silva - 8 anos
Maria Emília dos Santos Albuquerque - 9 anos
Ilda dos Prazeres Soares
Adelina (?) da Conceição das Dores Teixeira Fernandes
Umbelina dos Santos Carmo
Joaquina de Jesus Guerra Borges
Maria Coelho Guerreiro
Maria Cesaltina Pires Ferreira
Esposa de António Mendes
Mário da Ressureição
Carlos Taylor Corrente
Manuel Maria Gurreiro Mendes
Henrique do Nascimento Pires
José Poço
António Mendes


Vieram morrer tão longe da sua terra!
publicado por Quimbanze às 21:45link do post comentar adicionar aos favoritos
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terça-feira, 14 de abril de 2009

O PASSADO E O FUTURO


Um dia alguém motivado por egoismos, vinganças, ou ideologias quis impor a sua vontade, contra um outro ou outros egoismos, vinganças ou ideologias... E na torpe negrura de almas negras de fúria e loucura, dispuzeram das vidas de outros, que ao longo dos tempos sempre pagaram na pele os erros alheios... divididos, espoliados, deslocados, vilipendiados, humilhados, escravizados, explorados, etc.etc... sempre predestinados a alimentar os "tubarões"!!!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Rescaldo

Luanda, último sábado de Março de 1975.
Fortes confrontações no Cazenga originam instabilidade militar em alguns pontos de Angola.Há confrontações entre o MPLA e aFNLA que se vão prolongar por alguns dias,e que vão obrigar o Governo Provisório a restringir as saídas civis e a tomar conta da situação pondo ao serviço do corpo de defesa Tropas residuais de Portugal e do movimento Unita.Como em qualquer guerra houve lutos e tristezas. As pessoas têm medo umas das outras.Há um clima propicio para a instauração de uma confrontação entre civis o que quase chega a acontecer,mas felizmente os dois movimentos pressionados pela consciência põem termo às hostilidades. Felizmente... Mas...Por enquanto...
Luanda 28 de Março de 1975
Renato Gomes Pereira

quinta-feira, 9 de abril de 2009

AQUI reuniram ex-combatentes

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terça-feira, 7 de abril de 2009